Continuação da Parte I...
... Faltava ainda uma semana para terminar as férias e o Francisco, com sensações como nunca tinha sentido, abordou o amigo José sobre a possibilidade de ir embora. Este chamou-lhe tolo e perguntou à mãe se tinha acontecido algo para justificar esta intenção. A Lara negou qualquer problema, mas percebeu o que se estaria a passar com a(s) cabecinha(s) do Francisco.
Enquanto a racionalidade a mantinha afastada do amigo do filho, o vício do pecado, do desejo carnal, estava a transformá-la numa safada. Ficava toda excitada com as ideias que viajavam constantemente pela sua mente sobre mil e uma formas de provocar o Francisco. Adorava a sensação. Entre vestir pijama quase transparente com fio dental por baixo, um vestido curto sem cuidados a abaixar-se, ir tomar banho com porta apenas encostada, sair do WC com toalha curta, etc, etc, fazia o Francisco desesperar de tesão, mas não só. A Lara que habitualmente se saciava uma vez por semana ou nem isso, andava com um formigueiro entre as pernocas que a obrigava a aliviar-se todos os dias e mais do que uma vez! Parecia novamente uma virgem que sabe estar quase a experimentar o sexo.
Ele, por sua vez, não conseguia parar de apreciar cada detalhe da Lara, a forma como ela ajeitava o cabelo e descobria o pescoço, como mordia os lábios a ver televisão, como colocava a língua de fora numa ação de maior esforço, tudo lhe dava um tesão danado...
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sexta-feira, 22 de setembro de 2017
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
A mãe do meu melhor amigo - Parte I
O Francisco frequentava o segundo ano do curso de medicina quando conheceu o José, aluno de Engenharia, que viria a ser o seu companheiro de quarto e o seu grande amigo. O José, malandro, não perdia uma oportunidade de festa ou para conhecer uma miúda nova, enquanto o Francisco, ainda virgem, tinha nos estudos o seu único interesse.
Chegavam as férias da Páscoa e o Francisco, de famílias humildes e distantes, não teria oportunidade de regressar a sua casa. O José, apercebendo-se, convidou-o para ir passar as férias com ele a casa da sua mãe, divorciada. Agradeceu o convite, mas recusou pois tinha bastante matéria atrasada e ia aproveitar as férias para se atualizar. No entanto, o José lá o convenceu, garantindo que teria igualmente muito tempo para estudar.
Chegavam as férias da Páscoa e o Francisco, de famílias humildes e distantes, não teria oportunidade de regressar a sua casa. O José, apercebendo-se, convidou-o para ir passar as férias com ele a casa da sua mãe, divorciada. Agradeceu o convite, mas recusou pois tinha bastante matéria atrasada e ia aproveitar as férias para se atualizar. No entanto, o José lá o convenceu, garantindo que teria igualmente muito tempo para estudar.
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